Julho 28, 2019

Os riscos das planilhas milagrosas

Os riscos das planilhas milagrosas

Na semana passada, enquanto eu estava lendo o meu feed no Linkedin, me deparei com um tipo de publicação que há muito tempo eu não via e eu tinha prometido pra mim mesmo, que se ela voltasse a aparecer, eu viria aqui escrever sobre.

O Linkedin é uma rede profissional fantástica, tenho ela como uma das minhas favoritas, pois por lá, podemos fazer negócio, fortalecer nossa marca e imagem profissional, fazer contatos e parcerias, mas infelizmente tudo tem um lado ruim e neste caso é a presença de pessoas querendo tirar proveito de outras.

A publicação a qual eu me referi no início deste artigo, se trata daquelas famosas planilhas milagrosas. Você só precisa colocar o e-mail para receber:

Por mais boa vontade que o autor tenha, é sim para desconfiar e muito desse tipo de publicação.

Pessoal, são 3.732 comentários ou podemos dizer, e-mails enviados. Será mesmo que essa pessoa vai passar o dia todo enviando a planilha para os e-mails registrados nos comentários? Que bonzinho não!?

Você pode até receber o que foi prometido, mas com certeza você estará ajudando o autor a criar uma grande base de dados de e-mails e ainda por cima organizada por área.

Nada é de graça, ainda mais de uma pessoa que você não conhece.

Com esses e-mails em mãos, eles podem, por exemplo:

  1. Passar a te enviar uma porrada de SPAMs;
  2. Criar e te enviar e-mails falsos (Phishing);
  3. Conseguir mais dados;
  4. Aplicar outros golpes.

....

Se nenhum das opções não for feita pelo autor, com certeza alguma outra pessoa poderá fazer isso, afinal, o seu e-mail nos comentários é público e nada impede que ela possa coletá-la. E ainda, só lembrando, que a planilha enviada descrita lá no começo, poderia ser maliciosa...

Portanto galera, cuidado para não gerarem riscos para si mesmo. Um material milagroso não vai aparecer assim tão fácil nas nossas mãos, fiquem alertas!

Para complementar, enquanto escrevi este artigo, lembrei do Case que o Leonardo Santos fez em 2016, referente a esse tema, usando o Linkedin mesmo. Vale a leitura: Aquela planilha ultra-blaster...