Fevereiro 2, 2020

Você acompanha o que seu filho(a) faz on-line?

Você acompanha o que seu filho(a) faz on-line?

Não há dúvidas de que cada vez mais cedo a criançada está tendo o contato com o mundo da tecnologia da informação. Se você der um smartphone ou tablet para uma criança, por exemplo, vamos admitir que em  pouco tempo revirando o dispositivo, ela conseguirá com a sua curiosidade, entender que o que ela possui em mãos é cheio de “coisas” (apps), inclusive joguinhos o qual ela pode se divertir.

Eu ainda não tenho filhos, mas na minha humilde opinião, impedir  que este contato aconteça, não é interessante e também não é o correto a se fazer. Mas uma coisa que você sendo pai ou mãe certamente deve se preocupar, é quanto aos perigos que as suas crianças podem se deparar  quando acessam a nossa querida Internet.

Antes de adotar qualquer ação para melhor acompanhar o seu filho(a) na Internet, o recomendado é identificar de que forma ele(a) a usa e neste aspecto o relatório da Kaspersky do ano passado, contribui, quando afirma que globalmente eles usam a Internet para:

Analisando o relatório com calma, perceberemos que o comportamento da criançada na Internet muda de um país para outro, mas o que mais chama atenção, como ilustrado no gráfico, é o fato de que em qualquer lugar do mundo, em meio aos conteúdos considerados normais, elas acessam sim, conteúdos indevidos para sua idade (pornografia, drogas, álcool...).

Do mesmo modo que a rede mundial de computadores oferece diversos benefícios como o da comunicação, entretenimento, aprendizado, ela traz consigo também uma série de ameaças, principalmente para as crianças.

Em meio a estas ameaças e riscos, está mais do que na hora, se você, pai ou mãe, ainda não acompanha o acesso de suas crianças, de desfrutar junto ela o acesso a Internet, para melhor ensiná-la e evitar que sejam vítimas dos perigos existentes. E para que isso aconteça, as ações que você deve tomar são:

  • Ensinar aos seus filhos(as) que eles devem respeitar os demais mesmo que on-line, afinal as regras de comportamento não mudam por estarmos no “mundo virtual”;
  • Ensinar aos seus filhos(as) que eles nunca devem marcar um encontro pessoal com amigos virtuais. Explicando-os que os amigos  on-line podem não ser quem dizem que são;
  • Ensinar a eles que nem sempre o que é lido ou visto on-line é  verdade. Deixando-os a vontade para que eles os perguntem quando aquela dúvida se acredita ou não surgir;
  • Apresentar seus filhos(as) a diferença do que é bom e do que é ruim na Internet, comparando com as situações do mundo real;
  • Se possível utilizar softwares ou aplicativos para controlar as atividades dos seus filhos(as) on-line. Desta forma poderá preservá-los  de algum conteúdo prejudicial e até mesmo supervisionar os web sites que visitam e o que eles fazem neles;
  • Transmita a confiança para que seus filhos(as) sempre digam a você quando algo os incomodarem durante a navegação pela web;
  • Sempre acompanhe a criação e configurações dos perfis dos seus filhos(as) seja em jogos on-line, redes sociais ou até mesmos nos aplicativos de mensagens instantâneas. Ensine-os para que não revelem nenhuma informação pessoal, como endereço, número de telefone, onde estudam, entre outras informações.

E para comprovar que todas as informações que trouxe para vocês pais não foi à toa e que este assunto é extremamente delicado, assistam ao vídeo abaixo:

É assustador! Vocês podem até achar que situações como as mostradas no vídeo não aconteceria com seus filhos, mas mude esse pensamento, não espere acontecer o pior para tomarem alguma atitude.

Para ajudá-los nessa conscientização, deixo com vocês materiais do projeto de responsabilidade social da IBLISS, empresa que trabalho e também do Internet Segura:

Responsabilidade Social - IBLISS DIGITAL SECURITY

Ensinando seus filhos e alunos a se protegerem dos riscos da Internet